Novo piloto da Renault na F1, Carlos Sainz Jr. diz que “carro rebaixado é perda de tempo”

09 11 2017

Filho de um dos maiores pilotos de Rally que o mundo já viu, Carlos Sainz Jr. é um piloto de Fórmula 1 de apenas 23 anos que acaba de deixar a equipe Toro Rosso para tentar uma competição mais justa ao lado da Renault. Na semana do GP de Interlagos, ele veio ao Brasil em um evento promovido pela cerveja Estrella Galicia (que eu particularmente prefiro chamar de Estrella Delícia), para o qual humildemente fui convidado…


Foto do portal Velocidade.org

Durante a coletiva muitos se perguntavam como Carlos Sainz Jr. se sairia na nova equipe, após uma acensão usando os carros da Toro Rosso. Muito se especula em torno do nome do jovem piloto, além de que ele um dia se torne um rival à altura de Hamilton, que já é o campeão da fórmula 1 nessa temporada.

Após as perguntas que seguiram sobre seu novo time e sobre suas expectativas, a entrevista começou a se tornar mais pessoal, abandonando a ideia de que um atleta do mundo automotivo deveria responder sobre o seu universo movido à 4 rodas. Então, pra fugir um pouco da formalidade perguntei:

– Carlos, sabemos que carros de Fórmula 1 são baixos, praticamente colados ao chão, a fim de otimizar o que se trata sobre controle e aerodinâmica. Aqui no Brasil, temos um movimento que se chama Projeto de Lei Paul Walker, formada por motoristas de carros populares que lutam pelo direito de rebaixar o seu carro, então eu queria saber a sua opinião: Carro rebaixado é crime?

Após uma rápida tradução da pergunta para que o piloto espanhol entendesse, ele respondeu:

– Bem, na Espanha nós não temos muito esse costume de rebaixar os carros, quando fazemos algo do tipo é um tunning completo, mas na maioria das vezes deixar o carro próximo do chão é uma perda de tempo. Na pista de fórmula 1 faz sentido, mas na rua é completamente diferente, já que você tem que passar por irregularidades como buracos e aí não faz o menor sentido a ideia de aerodinâmica e controle. Além do mais, cada país tem a sua própria lei de trânsito, e eu recomendo que cada um siga a sua.

Infelizmente não tive tempo de fazer as outras perguntas que tinha preparado, obedecemos à uma rotatividade para evitar que alguém se abraçasse ao microfone e não soltasse mais, mas achei interessante o ponto de vista do Carlos Sainz Jr.

O vídeo da entrevista será disponibilizado em breve.

Espero na próxima oportunidade, levar um clássico adesivo “Fixa!” ou “Xora Boy!” para dar de presente como um suvenir automobilístico do Brasil.

E cabe aqui um agradecimento à Estrella Galicia que me fez o convite para a coletiva e que estava esperando à todos com muita cerveja gelada e um clima de proximidade entre todos os envolvidos.

Essa é a sua chance de comprar uma equipe inteira de Fórmula 1

21 03 2017

Estamos sempre acostumados a ver as equipes que encabeçam as corridas de Fórmula 1 e esquecemos que o campeonato abrange muito mais times. No entanto, a maioria deles hoje faz força pra continuar na competição, não é qualquer um que tem milhões pra gastar sempre que um carro da PT…

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Agora sabendo que o nível exige uma quantidade enorme de recursos, a Manor Racing, uma equipe que nasceu na F1 em 2010, está fechando as portas.

Acontece que no seu breve período entre as equipes mais rápidas do mundo, os caras tiveram uma quantidade absurda de revés. Morreram pilotos, pilotos de testes, colapsos financeiros aconteceram, empresas e patrocinadores deram no pé, milionários perderam milhões e por isso, eles não conseguirão dar sequência na sua historia e conseguir um hepta-campeonato em ultimo lugar.

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Então, se você é uma pessoa que quer gastar uma grana desenvolvendo seu proprio time na F1, é só ficar ligado na lista de itens que os caras estão se desfazendo em um leilão:

  • 4 chassis rolantes dos show cars das temporadas de 2015 e 2016
  • Modelo em escala 6:1 do carro de 2017, usado em testes em túnel de vento
  • Equipamentos usados na pit lane
  • Macacões e produtos licenciados em geral dos pilotos e membros da equipe
  • Equipamentos usados em engenharia, testes e inspeções
  • Itens consumíveis
  • 5 volantes de Fórmula 1
  • Peças usadas nos carros de 2014, 2015 e 2016, incluindo três chassis, mais de 200 rodas, pneus, narizes,
  • Painéis, tampas do motor, asas traseiras, etc.
  • Dois trailers desmontáveis
  • Gazebos, banners, cases e gaiolas de transporte
  • Móveis de escritório e equipamento de tecnologia da informação

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Já pode ir atrás do seu sonho!

Vi enquanto pilotava pelo FlatOut!

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